Acredito na cooperação. A divisão de tarefas é algo com a qual concordo e gosto. A organização das comunidades de abelhas, por exemplo, é elaborada e eficaz, sendo esta última a característica mais importante.
Assim, algumas tarefas, como arranjar o motor do carro ou andar fazer furos nas parede, considero-as alheias. Alguém, mais prendado que eu poderá fazê-las. Um bom exemplo é também o de electricista. Claro que estudei os circuitos eléctricos em F.Q. e em Física, já na faculdade, mas o saber empírito deixei-o sempre para quem gosta de apurar o sentido prático das coisas. Até hoje...
Hoje decidi que havia de ter luz no tecto do escritório provisório. Cansei-me de esperar por disponibilidades para algo que me é necessário. Por isso, como quem quer a bolota, trepa, peguei no busca-pólos, e toca a colocar o casquilho. Não sei como se faz a escolha dos fios, sei que apanhei um choque e por isso fiquei logo consciente da posição correcta dos fios. E "dei à luz". Da eléctrica.
Superei-me. Agora se trocam a cor aos fios ou a posição dos parafusos dos casquilhos, já não sei outra vez... E terei de partir novamente à descoberta...
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
O tempo em que vivemos...
A minha primeira partilha na blog-esfera (ainda tenho de aprender os termos...).
Na terça, depois de estacionar o carro para ir para o ensaio, apareceu-me um rapaz, dos seus 16 a 17 anos, talvez, a chorar, a dizer que estava perdido e a perguntar-me onde estava. Respondi-lhe. Em seguida disse que queria ir para o metro e que não sabia onde estava nem como ir para a estação, que o telemóvel estava bloqueado por qualquer coisa da polícia que não entendi. Sorri-lhe e disse para não se preocupar. Era fácil chegar à estação de metro, ainda por cima era sempre a descer. Expliquei-lhe o caminho e voltei a sublinhar que não precisava de estar chorar nem de se preocupar. Era fácil. O rapaz acalmou-se e seguiu as indicações que lhe dei.
Para mim só pensava - que ridículo, levava em dois minutos o miúdo ao metro. Era só ligar o carro e ir lá num instante!! Mas não posso. Não sei se não terá nenhuma arma branca com ele ou se tem alguém em algum lado a tomar conta da ocorrência.
Que ridículo!!! Pego no meu (da Kats! ;)) telemóvel e empresto-lhe para telefonar a quem quiser. E depois ele foge com ele...
O nosso tempo faz-nos perder o que temos de melhor em nós. Mas sim, é verdade. Falei com ele. Não fugi. Até quando?
Na terça, depois de estacionar o carro para ir para o ensaio, apareceu-me um rapaz, dos seus 16 a 17 anos, talvez, a chorar, a dizer que estava perdido e a perguntar-me onde estava. Respondi-lhe. Em seguida disse que queria ir para o metro e que não sabia onde estava nem como ir para a estação, que o telemóvel estava bloqueado por qualquer coisa da polícia que não entendi. Sorri-lhe e disse para não se preocupar. Era fácil chegar à estação de metro, ainda por cima era sempre a descer. Expliquei-lhe o caminho e voltei a sublinhar que não precisava de estar chorar nem de se preocupar. Era fácil. O rapaz acalmou-se e seguiu as indicações que lhe dei.
Para mim só pensava - que ridículo, levava em dois minutos o miúdo ao metro. Era só ligar o carro e ir lá num instante!! Mas não posso. Não sei se não terá nenhuma arma branca com ele ou se tem alguém em algum lado a tomar conta da ocorrência.
Que ridículo!!! Pego no meu (da Kats! ;)) telemóvel e empresto-lhe para telefonar a quem quiser. E depois ele foge com ele...
O nosso tempo faz-nos perder o que temos de melhor em nós. Mas sim, é verdade. Falei com ele. Não fugi. Até quando?
Sumariando
Pois é... A Carla convenceu-me a aderir ao blogger's. Por isso passam a ter mais um local de visita obrigatória! Não garanto absolutamente nada. Digamos que será sempre uma caixinha de surpresas!! Até para mim.
Sumariando. Não é isso que se pretende fazer?
Sumariando. Não é isso que se pretende fazer?
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